O Brasão do Príncipe
Revista Fantástico - número 3

EDUCAÇÃO EM ALTA /// A revolução é em todos os setores, mas dá gosto ver o que acontece nas escolas. Os chineses querem ultrapassar os estudantes coreanos em desempenho, e não poupam esforços para isso. No interior vi escolinhas muito pobres, com chão batido, mas professores dedicados e alunos atentos. Nas cidades, porém, as escolas são bem montadas, tem computadores à vontade, projetores e telões nas salas de aula e programas especiais de ensino.

A escola começa às 8h30 e vai até as 16h30, cinco dias por semana. E no sábado tem reforço. Estudantes da quarta série de escolas públicas mantêm conversas em inglês com visitantes, respondendo a questões complexas. E as escolas particulares se multiplicam.

Desde que inaugurou o primeiro campus em Pequim, no começo de 2004, a escola em que meu fi lho estudou já abriu seu 20o endereço, ensinando em mandarim e inglês – não para estrangeiros, mas porque os chineses de classe média querem educar seus fi lhos bilíngües. As famílias chinesas gastam em média 30% de sua renda em educação – o maior percentual no mundo.



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